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politica

12/12/2017 15:37

Eleições farão Taques mudar seis secretários em abril de 2018

LEONARDO HEITOR 
Da Redação

O secretário de Estado da Casa Civil, Max Russi, afirmou que pelo menos "por agora" o secretariado do governador Pedro Taques (PSDB) não deverá ter mudanças. A afirmação foi feita na manhã desta segunda-feira, após a assinatura de um protocolo de intenções com representantes de uma empresa chinesa, no Palácio Paiaguás.

Russi foi questionado em relação a insatisfação de aliados do governo em relação a alguns nomes que compõem o secretariado de Pedro Taques. O mais criticado, tanto por apoiadores quanto opositores do governador, é o secretário de Saúde, Luiz Soares.

No entanto, Max afirmou que a palavra final será sempre do governador. “Aí é só o governador para falar. É ele quem nomeia e quem exonera, mas a princípio, não teremos mudanças no secretariado”, apontou Max Russi, dando sinais de que mudanças só devem ocorrer próximo ao período de desincompatibilização para as eleições de 2018, no início de abril do ano que vem.

Nos bastidores, comenta-se que Max Russi e o secretário das Cidades, Wilson Santos (PSDB), irão retornar a Assembleia Legislativa em busca da reeleição. Já o secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, Suelme Fernandes (PSB), também deve ser candidato a deputado estadual.

Já os secretários de Educação, Marcos Marrafon, e Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, devem disputar uma cadeira na Câmara Federal. Marrafon também é cotado para a disputa do Senado.

Outro que pode deixar a equipe é o secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira. Ele é cotado para disputar a presidência da Fiemt (Federação das Indústrias de Mato Grosso).

DUODÉCIMO E EMENDAS

Max Russi destacou também que, com o pagamento da folha salarial sem a necessidade do FEX, o Estado conseguirá pagar com um alívio maior o duodécimo dos poderes. O secretário afirmou que com a chegada do recurso federal, poderá também pagar as emendas parlamentares e regularizar a questão da saúde. “O que mostra um cenário muito melhor é que dependíamos do FEX para o pagamento da folha. A receita melhorou, entrou este recurso, que nos deu condições de pagar a folha sem depender do FEX. Com o FEX, vamos aproveitar para pagar os poderes, as emendas, saúde, ou seja, vamos terminar o ano de uma maneira muito melhor. Começamos dezembro muito melhor do que novembro, que foi nosso pior mês”, apontou.  


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